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15 setembro 2009

Miau Maria

Os miaus ontem esgravataram pouco e pegando no título do programa, não vi grande esmiuçar como prometiam. O único momento que me fez rir foi mesmo as perguntas dirigidas ao 6º xôr mais elegante do mundo, quiçá do Correio da Manhã.

Miau, miau Maria! Fraquinho, fraquinho...

20 maio 2009

Queres depilar-te ou deitar fogo aos pêlos?

Não pude deixar passar esta oportunidade em branco ou melhor em preto de criticar a última campanha publicitária da Veet, nomeadamente aquela que é a nova coqueluche e cara da marca, Carolina Patrocínio (as pernas larocas do Toca a Gravar) apresenta-se assim, do alto do seu esplendor como 100% fashion.

Agora eu pergunto-vos: serei eu o único a ver que a gaja está preta e toda marreca? Se isto é ser 100% fashion vou ali só mandar um vómito e já venho...
A miúda já não é grande espingarda, vá que tem umas pernas tão boas como as da Vanessa Fernandes, mas assim mais parece que levou porrada em vez de maquilhagem.

Queres queimar os teus pêlos todos com Veet? Basta um lança-chamas e ficas com um look revigorado, sexy e 100% fashion. Uma coisa é certa, com as pernas pretas como se pode ver na imagem acima, até podia estar lá um tufo de camelo e uma juba de leão que não se via.

Mas enfim, é o que dá filmar (mal!!!!) com fundos verdes ou azuis e depois para os sacar upa, upa, puxadote... mas é que já nem vou entrar nesse campo. O "croma" está como está, agora não custava nada corrigir o "solário africano" da moça.

12 maio 2009

Coisas banais do comum dos mortais #14

- As bandas de rock não ganham concursos.

11 fevereiro 2009

Carta a Salazar


Ah porco!

12 janeiro 2009

Sekanevasse Faziasse kaski

Sorte... Muita sorte temos nós, portugueses, de não acontecer nenhuma catástrofe de maior. Se só pelo simples facto de ter nevado, o nosso país está do avesso. à procura do culpado. Nós por cá somos bons nisso de apontar o dedo: Não fui eu, foi ele!!!!
Eu nem quero imaginar se fossemos visitados pela Katrina, essa mulher de altos vôos, capaz de fazer mover montanhas e de fazer girar o mundo numa roda-viva...

Basicamente tavamos feitos.

05 setembro 2008

Motelx - A encarnação do demónio

O filme de Mojica Marins foi um riso do caixão à cova. Protagonizado pela personagem célebre dos anos 60, o Zé do Caixão. Mojica Marins é considerado por muitos o mestre do terror do cinema brasileiro.
Isto é tudo muito bonito e tal, mas o facto é que o último filme que este sr. fez foi na década de 60, por isso já lá vão mais de 40 anos, o que quer dizer que os tempos mudam, factor que o realizador não deve ter dado grande importância.
Se a intenção do filme era ser levado a sério digo já que não conseguiu, de medo não tem nada, o que tem mesmo é um humor estupidamente grotesco, com personagens burlescas, diálogos hilariantes e claro, gajas nuas.

Em poucas palavras conta a história de um velho grotesco, diabólico (Zé do Caixão) que após 40 anos de prisão é posto em liberdade e o seu regresso representa nova ameaça para os populares. Zé do Caixão é um velho decrépito, rebarbado, com umas unhas gigantes em caracol, que tenta encontrar a mulher perfeita para fazer nascer o seu filho, sendo este supostamente a encarnação do próprio diabo.

Ainda não percebi muito bem se gostei ou não do filme mas uma coisa é certa, tão cedo não me vou esquecer dele. Ao menos tinha umas quantas gajas nuas... nada mau para um velho daqueles.

O outro filme que fui ver também foi uma decepção, intitulado 36 Pasos. Quando li a sinopse achei que poderia ser bastante interessante, já que tinha óptimas influências, apresentando-o como um "cruzamento entre Russ-Meyer e Battle Royalle". Tinha como conceito uma espécie de Quinta das celebridades, onde várias raparigas são obrigadas a co-habitar numa casa, são observadas constantemente como se fosse um reality show, onde as regras e as tarefas imperam:
Regra nº 1 - Silêncio.
Regra nº 2 - Não ultrapassar a vedação.
Regra nº 3 - Divirtam-se.

Caso alguém quebrasse as regras, em poucos segundos surgia um homem de mau aspecto (mais parecia um deficiente) com uma moca para as punir e castigar. Sempre que este homem aparecia era a risota...
Trata-se de um filme de low budget mas mesmo assim acho que poderia estar bem melhor, não era uma questão de dinheiro, era uma questão de boa ou má realização.

Enfim... venham mais.

28 agosto 2008

Ricarddo Martini

A maior parte dos Portugueses diz mal de nuestros hermanos mas acho que é puro e simples complexo de inferioridade. É como os homens que pensam pequenino devido ao tamanho da sua pi...
Chamam a isto patriotismo? Içar a bandeira quando Portugal joga? Ou quando trazem o ouro cravado no peito?

Patriotismo é gostar de Portugal, é adorar as suas tradições e costumes, é baixar as calças a tudo o que é turista e cuspir no chão sempre que é português! Sejamos francos, Espanha é outro mundo. Embora o Sporting tenha sofrido recentemente uma derrota com o Real Madrid por 5-3, mas isso é outro assunto...
Agora a falar a sério, estava disposto a doar um rim para estar a trabalhar em Espanha, mas claro custa. Custa porque gosto do meu Portugal e estou a ser mais que patriótico, estou a ser estúpido e suicida, mas o facto é que tenho cá tudo aquilo que mais gosto. Sim, ser Português é ser-se melancólico, sado-masoquista, suicida, triste... o que vale é que depois de beber uns copos viramos o bico ao prego e somos completamente o oposto.

Ri-te macambúzio... que és estúpido todos os dias por sonhar.

(reparem como consegui definir este post em tão poucos auticulantes)

15 novembro 2007

Assim até eu era Padre!

Ontem arranjei coragem para ver o filme Crime do Padre Amaro, digamos que não tinha nada para fazer e que por um lado até tinha curiosidade.
Começando por coisas básicas e bastante directas, aquela Soraia Chaves é uma coisa... não é gira, não é engraçada, não é linda, é BOA e ponto final. Punha qualquer um a rezar Pai Nossos e Avé Marias enquanto o Diabo esfrega o olho.

Falando agora sobre coisas sérias, como já se sabe sexo e violência vende, quanto mais não seja por meter a religião católica ao barulho. Agora, há limites. Uma coisa é a obra de Eça de Queiróz, outra é isto que se fez. Primeiro, a história paralela dos Gangs não está lá a fazer nada, não trás nada de novo, se era para dar a ideia de que a história se desenrolava num bairro pobre e marginalizado poderiam tê-lo feito de uma forma mais simples. Porque se pensarmos bem a única ligação que esta história dos tiros e dos ladrões com o nosso querido padreco é que ele se torna amigo de uma rapariga grávida e que ajuda uns gandulos a safarem-se de um golpe. De resto, não trás mais nada, só mesmo queimar tempo... como se costuma dizer neste meio: a encher chouriços.

Outra coisa que achei muito mal foi a identificação das personagens principais, ou seja, os dois pombinhos a mim não me convenceram. Como é que a menina Amélia (Soraia-Boa-Todos-os-Dias-com-Ganda-Prateleira) que se define como uma cabra sedutora se transforma de repente numa mulher doce e apaixonada que é capaz de se matar por amor que nem uma Julieta? De egocêntrica e narcisista passa para vítima... Hum... Para mim foi estranho.
Falando agora do nosso Paroquiano Padre Amaro (Jorge Corrula), digamos que este também tem certas lacunas no que refere à sua personagem. Ora mas que raio de flashbacks são aqueles que o remete para a sua infância e pôem-no a olhar para uma estátua de Nossa Senhora e ele imagina-a nua? Se o puto é hiper-uber-ultra tarado nessa idade é porque é completamente marado dos cornos, se assim fosse de certo não se faria padre.
Mas é claro que isto tudo é ficção mas todas as personagens têm de ter um bom background, não basta ser padre só porque sim e porque o gajo tem a escolinha toda do conservatório de teatro.

E porque é que o filme tem música do príncipio ao fim? Será que estive a ver um filme ou um videoclip? Podiam ter gerido melhor essa questão. E por falar de som, não sou grande adepto das dobragens, sei que por vezes tem de ser. Mas a questão aqui é que a actuação dos actores fico horrível assim, demasiadamente falso, sem expressão e sem emoção...

Mas nem tudo é mau. Posso dizer que gostei de algumas imagens, de alguns diálogos e que no fundo serviu para me entreter durante cerca de duas horas. O filme poderia estar bem mais explorado do que está, mesmo mantendo a sua vertente comercial, talvez se tivessem explorado melhor a questão do Pai de Amélia (Nicolau Breyner) e a sogra Gertrudes (Ana Burstoff).

Enfim...
É preciso é que se façam mais e mais filmes, se são bons ao maus já não interessa. (Pelo menos para já)

22 agosto 2007

Hard Candy? - That's true, allright!

Hard Candy, um filme genial.

A história centra-se em duas personagens que se conhecem num chat da internet, um deles é um fotógrafo de 32 anos de idade e a outra é uma miúda de 14 anos com bastante maturidade para a sua relativa idade.
De certa forma, o filme é sobre pedófilia e vingança, mostrando-nos como os padrões sociais são rápidamente quebrados quando estamos perante duas pessoas que pensam que se conhecem mas que afinal se desconhecem completamente.

É um filme que nos prende ao ecran com tanta força que nos torna a nós próprios espectadores protagonistas do desenrolar da acção. Consegue essa façanha através de suspense e de um terror psicológico que nos deixa atordoados do primeiro frame ao último.
O próprio argumento goza connosco, com as nossas emoções e com aquilo que sentimos, e somos brilhantemente conduzidos por duas actuações fabulosas capaz de nos deixar sem palavras.
A imagem é de morrer e chorar por mais, com planos belíssimos, cheios de cor e textura, dá-nos uma certa beleza num acontecimento estranho e isso torna-se desconcertante.

Outra coisa de louvar é que o filme passa-se practicamente todo dentro de uma casa, onde os dois protagonistas interagem entre si, ou seja, para isto resultar é porque o argumento está muito bem escrito e as interpretações brilhantes, o que é o caso. E que não precisam de uma super-produção cheia de efeitos especiais e de grandes nomes do cinema para render o peixe.
Não é aconselhável a pessoas que sofram do coração ou demasiado impressionáveis.

Hayley Stark (miúda de 14 anos): Well if Denise was here right now, what would you say?
Jeff Kohlver (fotógrafo de 32 anos): I'd say, "Help... a teenager cut my balls off. Call the police."

Também decidi falar deste filme porque a capa fica a condizer com o novo design, não acham?

03 agosto 2007

Estes Japoneses

são doidos... Ontem o meu divertimento foi ver este animé e digo-vos, adorei. Conseguiu criar atmosfera, ambiente, suspense de cena para cena, através de uma técnica excelente. Aliás, conseguem combinar vários tipos de técnicas, como o desenho, a animação 3D e até mesmo vídeo. Podia dizer até que todos os décores são muito realistas, muito devido à boa utilização da iluminação...