É só para deixar o aviso a todos os maniacos de futebol que andam por aí e que viram o triste espectáculo de ontem à noite que haverá vingança na 30ª jornada. Acho que o prémio de jogo devia ir para o arbitro Olegario Benquerença. Infelizmente existem estas coisas.
23 março 2006
20 março 2006
Calendário de Festivais de Cinema
Caminhos do Cinema Português (Coimbra)
Abril 2006
geral@caminhos.infowww.caminhos.info
FICA - Festival Internacional de Cinema do Algarve
15 a 21 de Maio 2006
algarvefilmfest@sapo.ptwww.algarvefilmfest.com
FESTRÓIA - Festival Internacional de Cinema de Tróia
2 a 11 de Junho 2006
geral@festroia.ptwww.festroia.pt
Festival Internacional de Curtas Metragens de Vila do Conde
6 a 16 de Julho 2006
festival@curtasmetragens.ptwww.curtasmetragens.pt/festival
Encontros Internacionais de Cinema, Televisão, Vídeo e Multimédia (Avanca)
21 a 30 de Julho 2006
festival@cineclubedafeira.netwww.cineclubedafeira.net
IndieLisboa - Festival Internacional de Cinema Idependente de Lisboa
20 a 30 de Abril 2006
indielisboa@netcabo.ptwww.indielisboa.com
Corta! - Festival Internacional de Curtas Metragens do Porto
18 a 20 de Maio 2006
elias.macovela@sapo.pt
Black & White - Festival Audiovisual
30 de Março a 1 de Abril 2006
plano21@netmadeira.com Tel.: +351 291 282205 Fax: +351 291 282205
Abril 2006
geral@caminhos.infowww.caminhos.info
FICA - Festival Internacional de Cinema do Algarve
15 a 21 de Maio 2006
algarvefilmfest@sapo.ptwww.algarvefilmfest.com
FESTRÓIA - Festival Internacional de Cinema de Tróia
2 a 11 de Junho 2006
geral@festroia.ptwww.festroia.pt
Festival Internacional de Curtas Metragens de Vila do Conde
6 a 16 de Julho 2006
festival@curtasmetragens.ptwww.curtasmetragens.pt/festival
Encontros Internacionais de Cinema, Televisão, Vídeo e Multimédia (Avanca)
21 a 30 de Julho 2006
festival@cineclubedafeira.netwww.cineclubedafeira.net
IndieLisboa - Festival Internacional de Cinema Idependente de Lisboa
20 a 30 de Abril 2006
indielisboa@netcabo.ptwww.indielisboa.com
Corta! - Festival Internacional de Curtas Metragens do Porto
18 a 20 de Maio 2006
elias.macovela@sapo.pt
Black & White - Festival Audiovisual
30 de Março a 1 de Abril 2006
plano21@netmadeira.com Tel.: +351 291 282205 Fax: +351 291 282205
Tirem os vossos trabalhos da gaveta e mostrem-nos porque há sempre quem queira ver!
19 março 2006
A minha vida dava um filme indiano...
Quero informar-vos a todos que a grande obra cinematográfica, intitulada de "Cerimónia Vermelha", estreia já esta terça-feira num DVD perto de si.
Preparem-se que este documentário terá para além do filme uma enorme quantidade de extras, no mínimo hilariantes.
17 março 2006
TMN - Concurso Garage Session
Este concurso tem sido alvo discussão e debate, entre amigos meus, dado ao facto de a banda premiada ter que assinar um contrato que cede os seus direitos de imagem e dos direitos da música levada a concurso. Quero, então, dismistificar o assunto em discussão:
1º - O contracto é valido durante um ano.
2º - A TMN apenas possui direitos de uma música e poderá requerer uma outra caso a banda assim o aceite.
Mas até que ponto não será uma boa rampa de lançamento?
Vantagens:
1º - Gravação de um CD.
2º - Concerto no Sudoeste.
3º - Grande divulgação apartir de filmes publicitários.
Será que associamos a banda Ez Special como a banda da TMN?
Os Ez Special foram, juntamente com os the Gift, as bandas portuguesas que mais passaram nas rádios portuguesas do ano passado.
A meu ver, trata-se de uma boa rampa de lançamento para as bandas portuguesas singrarem, apesar de durante 1 ano estarem à mercê da TMN, mas se as bandas pesarem os pós e contras e pensarem se o ano em questão de contrato é ou não uma perda de tempo.
Basta encostá-los à parede e já está!
É verdade, os nossos amigos técnicos do blogger.com (note-se "amigos"), aparentemente, já resolveram o problema. Nada como uma boa ameaça para arrumar o assunto. Acho que vou dar umas dicas à DECO para poder aconselhar melhor os consumidores, porque comigo é limpinho, digno de uma condecoração...merda... já não está lá o Sampaio!!
Resta-me agradecer e pedir desculpa pelo o insulto (embora estivessem a pedi-las...)
Vão pró crãralhó vocês tãmbém!!!??
Um pequeno insulto a vossas excelencias: ÂS`DDEÂãFfek`dfej^2!!"^ã^`ewEÈ^D^~hf´déÀ!!!
Se nao entendem vao ao dicionario de lingua portuguesa que esta la tudo.
Gostava de perceber porque raio sou o unico na blogosfera que sempre que utilizo qualquer tipo de acentuaçao (ate mesmo "c" de cedilha) fico com rabiscos mal amanhados que nem se podem chamar de letras!
Faço desde ja a minha primeira reclamaçao a a este serviço, e se porventura continuar alertarei a DECO e os serviços de informaçao! Nao andei a estudar, estes anos todos, lingua portuguesa para nada!
P.S.: Nao sou preto!
16 março 2006
Nao queria tar a repetir mas...
Meus amigos,
acho que todos deviamos seguir o exemplo dos meus amigos blogistas em visitar o site do Lampiao, isto pode parecer esquisito ou melhor estranho vindo da minha parte visto ser um Lagarto de gema. Mas como pegou moda em falar do site no blog Torriano e Penedo do Guincho, h� que acompanhar e repetir porque falar assim � "optimus"!
Gostaria de poder disponilizar o link directo para esse site mas tenho de respeitar os meus principios e �tica. A �nica coisa que vos posso adiantar daquilo que podem vir a encontrar �:
CHAMEM A BRUXA!!!
14 março 2006
Carnaval ( 4 noites / 3 dias )
O carnaval passou por mim... como por muitos torrienses j� habituados a este tipo de andan�as. Poder� dizer-se que foi mais um carnaval no meio de muitos outros, mas para quem vive em Torres Vedras j� sabe que a hist�ria nao � bem assim. Cada ano � um ano, cada carnaval � um carnaval, tornando-o �nico. Ou seja, trata-se da �nica altura do ano que desfrutamos mais �lcool em 4 dias/noites do que num ano inteiro.
Para dar o exemplo do quao �nico � basta dizer que na Segunda-Feira de Carnaval (antes da Ter�a-feira de Carnaval, Duh! ) o meu amigo David apanhou uma carraspana de tal ordem por ter sido pai nessa mesma noite, embebedando nao s� ele como todas as pessoas que se encontravam na Bibliotecaf�! Isto al�m de �nico s� podia acontecer em Torres Vedras. MUITOS PARABENS DAVID!!!
Para dar o exemplo do quao �nico � basta dizer que na Segunda-Feira de Carnaval (antes da Ter�a-feira de Carnaval, Duh! ) o meu amigo David apanhou uma carraspana de tal ordem por ter sido pai nessa mesma noite, embebedando nao s� ele como todas as pessoas que se encontravam na Bibliotecaf�! Isto al�m de �nico s� podia acontecer em Torres Vedras. MUITOS PARABENS DAVID!!!
09 março 2006
Homo-m�quina Chines lava roupa suja
O Governo chines proibiu a televisao estatal de informar sobre o Oscar de melhor realizador concedido ao tailandes Ang Lee pelo filme "O Segredo de Brokeback Mountain", informou hoje ? EFE um jornalista do canal.
"Nao se pode falar do filme, � uma proibi�?o enviada h� mais de um mes e que hoje reiteraram por causa do Oscar", declarou hoje um jornalista da "Televis?o Central da China" (CCTV), que pediu para n?o ser identificado.
A directora do canal justificou a proibi�?o com o argumento de que "a sociedade chinesa n?o est� preparada para lidar com esse tema", referindo-se ? rela�?o homossexual dos dois protagonistas, segundo a fonte.
No fim de janeiro, um respons�vel da "China Film Group", a �nica institui�?o autorizada a aprovar filmes no pa�s asi�tico, afirmou ao jornal "Shenzhen Daily" que o filme de Lee n?o seria exibido em nenhum dos 1.300 cinemas existentes na China."Isto deve-se ao conte�do sens�vel: homossexualidade. O facto de ter recebido pr?mios internacionais n?o significa que seria um ?xito de bilheteira na China", justificou o respons�vel, que tamb�m pediu para n?o ser identificado.
Trata-se da segunda vez em dois meses que Pequim pro�be uma superprodu�?o, j� em dezembro vetou a exibi�?o de "Mem�rias de uma Gueixa", protagonizada por duas atrizes chinesas, por interpretar duas gueixas japonesas (eterno pa�s rival), consideradas na China como prostitutas.
03 março 2006
Alguem morreu ao meu lado
Hoje com 22 anos de idade, come�o a pensar at� onde � que a vida nos leva. Sabendo, no entanto, que mais dia menos dia deixamos de existir deste nosso conhecido mundo, deixando para tr�s apenas a mem�ria nas mentes das pessoas mais chegadas e talvez com sorte deixaremos uma gera�?o, uma heran�a, um filho.
Isto tudo porque sei que a idade avan�a e s� me resta ter esperan�a de conseguir realizar todos os meus objectivos e desejos antes mesmo de deixar este mundo. Mas ser� que a vida do Homem � s� isto? - Ser� apenas sentir-se realizado no fim de tudo?
Alguem morreu ao meu lado...
Anteontem, como todos os dias de trabalho, um dia como tantos outros que teimam a passar devagar no seu pr�prio espa�o e tempo ca�tico. Revelando sempre os mesmos rostos, iguais, indiferentes, sem express?o, apenas vultos que se vao movendo de um lado para o outro.
Fui almo�ar, como sempre, ao restaurante "Paris", um g�nero de pastelaria/caf� que acaba por aproveitar o bom geito do cozinheiro para uns bons almo�os. E talvez por se chamar "Paris" me leve muitas vezes a pensar que afinal nao estou na rua Almirante Reis mas sim dentro de uma pequena pastelaria com vista para Les Champs Elys�e a comer um belo croissant, e tudo isto somente ao olhar para os paineis de azulejos com as figuras e ruas de Paris nas paredes do caf�. Devo frisar que o almo�o � sagrado, � aquele tempo que os trabalhadores tem para descomprimir, isto �, deixar de pensar no trabalho e apenas concentrar-se no seu prato. Tornando-se na melhor altura do dia, mesmo para quem almoce sozinho, tal como eu, porque acabamos por sair daquele restaurante e voamos ao sabor das especiarias que vamos pondo na boca.
Mas ontem foi diferente, n?o consegui pensar somente no prato a minha frente e isto porque na mesa ao meu lado estava um casal de idosos que se preparava para comer a sua tao desejada refei�ao. Eu por outro lado, enquanto esperava o meu prato ia divagando fora e dentro daquele microcosmos j� meu conhecido. A refei�ao do casal mal tinha acabado de chegar quando a senhora se ausentou do seu companheiro para ir a casa de banho, o senhor enquanto esperava foi comendo. Entretendo, j� eu comia e a senhora ainda nao tinha voltado. Vi claramente o panico nos olhos do senhor que j� tinha retra�ado metade do seu prato e que entretanto tinha parado. Estava ansioso, ofegante e preocupado. J� n?o tirava os olhos da casa de banho enquanto n?o visse a sua mulher a sair de l�. At� comecei a ficar ansioso, estive mesmo para perguntar ao senhor se queria que eu l� fosse ver se estava tudo bem, quando o homem devagar dirigiu-se a casa de banho para ver se estava tudo bem.
Isto tudo porque sei que a idade avan�a e s� me resta ter esperan�a de conseguir realizar todos os meus objectivos e desejos antes mesmo de deixar este mundo. Mas ser� que a vida do Homem � s� isto? - Ser� apenas sentir-se realizado no fim de tudo?
Alguem morreu ao meu lado...
1 de Mar�o de 2006
Intendente, Lisboa
Intendente, Lisboa
Anteontem, como todos os dias de trabalho, um dia como tantos outros que teimam a passar devagar no seu pr�prio espa�o e tempo ca�tico. Revelando sempre os mesmos rostos, iguais, indiferentes, sem express?o, apenas vultos que se vao movendo de um lado para o outro.
Fui almo�ar, como sempre, ao restaurante "Paris", um g�nero de pastelaria/caf� que acaba por aproveitar o bom geito do cozinheiro para uns bons almo�os. E talvez por se chamar "Paris" me leve muitas vezes a pensar que afinal nao estou na rua Almirante Reis mas sim dentro de uma pequena pastelaria com vista para Les Champs Elys�e a comer um belo croissant, e tudo isto somente ao olhar para os paineis de azulejos com as figuras e ruas de Paris nas paredes do caf�. Devo frisar que o almo�o � sagrado, � aquele tempo que os trabalhadores tem para descomprimir, isto �, deixar de pensar no trabalho e apenas concentrar-se no seu prato. Tornando-se na melhor altura do dia, mesmo para quem almoce sozinho, tal como eu, porque acabamos por sair daquele restaurante e voamos ao sabor das especiarias que vamos pondo na boca.
Mas ontem foi diferente, n?o consegui pensar somente no prato a minha frente e isto porque na mesa ao meu lado estava um casal de idosos que se preparava para comer a sua tao desejada refei�ao. Eu por outro lado, enquanto esperava o meu prato ia divagando fora e dentro daquele microcosmos j� meu conhecido. A refei�ao do casal mal tinha acabado de chegar quando a senhora se ausentou do seu companheiro para ir a casa de banho, o senhor enquanto esperava foi comendo. Entretendo, j� eu comia e a senhora ainda nao tinha voltado. Vi claramente o panico nos olhos do senhor que j� tinha retra�ado metade do seu prato e que entretanto tinha parado. Estava ansioso, ofegante e preocupado. J� n?o tirava os olhos da casa de banho enquanto n?o visse a sua mulher a sair de l�. At� comecei a ficar ansioso, estive mesmo para perguntar ao senhor se queria que eu l� fosse ver se estava tudo bem, quando o homem devagar dirigiu-se a casa de banho para ver se estava tudo bem.
� claro, pensei o pior. Mas deixei-me estar sentado a engolir o que quer que fosse pois j� nao me lembro o que estava a almo�ar.
Chegaram, sentaram-se ? mesa, aparentemente estava tudo bem. A senhora provavelmente j� comeu a sua refei�ao fria e sem vontade pois deixou metade no prato. O marido, como � obvio, j� nao voltou a tocar no prato pois perdeu a vontade com toda aquela preocupa�ao.
Ser� isto que nos resta no final das nossas vidas? A toda a hora, a todo o minuto, a todo o segundo recear a morte? Saber que o companheiro/a est� l� e no minuto seguinte j� nao estar?
Bebi um caf�, fumei um cigarro e voltei ? minha vida...
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