Acabei de bocejar 3 vezes seguidas, será que esta injecção de oxigénio vai manter-me acordado a tarde toda?
Já agora, alguém me sabe explicar porque é que nós bocejamos? Desconheço a sua causa científica.
P.s. Aposto 5euros em como vocês bocejam nos próximos 5 minutos após lerem este post.
31 março 2008
Zzzz
Estou cá com uma vontade....
... de trabalhar que nem vos conto. Segunda-feira é sempre daqueles dias que deviam simplesmente desaparecer do calendário. Aliás, se eu fosse Primeiro-Ministro seria uma das primeiras coisas a fazer neste nosso Portugal.
Espero que os nossos superiores oiçam esta chamada de atenção. Já agora, aproveito também para dizer que só se devia trabalhar 3 dias por semana ou trabalhar dia sim, dia não, que isto assim dá cabo de um gajo.
Espero que os nossos superiores oiçam esta chamada de atenção. Já agora, aproveito também para dizer que só se devia trabalhar 3 dias por semana ou trabalhar dia sim, dia não, que isto assim dá cabo de um gajo.
Auticulantes:
a sério,
triste fado que carrego,
work and work
28 março 2008
O destino do "Se"
Se eu não estivesse em cinema estava em teatro.
Se eu não estivesse em teatro estava em artes plásticas.
Se eu não estivesse em artes plásticas estava em design.
Se eu não estivesse em design estava em comunicação.
Se eu não estivesse em comunicação estava em arqueologia.
Se eu não estivesse em arqueologia estava em psicologia.
Se eu não estivesse em psicologia estava em ciências.
Se eu não estivesse em ciências muito provavelmente estaria a desperdiçar a minha genialidade na caixa do LIDL.
Se eu não estivesse em teatro estava em artes plásticas.
Se eu não estivesse em artes plásticas estava em design.
Se eu não estivesse em design estava em comunicação.
Se eu não estivesse em comunicação estava em arqueologia.
Se eu não estivesse em arqueologia estava em psicologia.
Se eu não estivesse em psicologia estava em ciências.
Se eu não estivesse em ciências muito provavelmente estaria a desperdiçar a minha genialidade na caixa do LIDL.
A música não entra na contagem porque está sempre lá.
Coisas banais do comum dos mortais #3
Sentimento Van Goghiano - Ter uma orelha quente e a outra fria.
As pessoas não mudam? Não mudam o caral...!
À medida que o tempo passa, aos poucos vou amadurecendo, ou seja, ficando cada vez mais velho (não queria mas tem de ser) e tenho a completa noção de que estou a mudar. Quem diz que as pessoas não mudam, que desengane-se, porque faz parte da natureza humana mudarmos.
Posso dar um exemplo muito básico, que certamente todos vocês já se deram conta, que é ao nível da comida. Eu sempre fui esquisito com tudo aquilo que é comestível, desde miúdo que tenho alguns entraves. Comer queijo quando era miúdo era coisa impensável (yuk! só o cheiro...), e hoje admito comer qualquer coisita (depende do queijo); tudo aquilo que representava gordura, peles, espinhas e todas essas coisas nojentas tipicamente normais de qualquer prato do nosso dia-a-dia, para mim era sinal de suplício. Como já devem ter percebido, como a minha mãe diz: - É só estragar comida! (havia mais comida nos cantos dos pratos do que propriamente no estomâgo)
Mas parece que aos poucos e poucos a coisa tem vindo a mudar, hoje sou capaz de arrancar com os meus caninos e triturar com os meus molares toda essa panóplia esquisita apelidada de comida. Talvez, tal como o vinho, com o tempo vá ficando melhor, com outro gosto, paladar, ou até seja simples curiosidade de querer experimentar.
Mas não é só a comida! Então e bebida? Bem, dantes para mim vinho tinto era motivo suficiente para ir enfiar a cabeça na sanita à lá Trainspotting, só o cheiro dava-me vómitos... admito agora que acabei de mandar abaixo uma garrafita de Esteva, vinho tinto do Douro da Casa Ferreirinha e caiu que nem ginjas.
Ai e tu não mudas? Ai, não? Então e a música? Ah...
Pois que a música também já foi outra, a roupa também, os livros, os filmes, a vida... tudo.
Já lá vão os tempos em que ouvia ACDC, que lia o Tio Patinhas, que usava Dr. Martens... enfim...
Por sinal acho que tou bem melhor.
Posso dar um exemplo muito básico, que certamente todos vocês já se deram conta, que é ao nível da comida. Eu sempre fui esquisito com tudo aquilo que é comestível, desde miúdo que tenho alguns entraves. Comer queijo quando era miúdo era coisa impensável (yuk! só o cheiro...), e hoje admito comer qualquer coisita (depende do queijo); tudo aquilo que representava gordura, peles, espinhas e todas essas coisas nojentas tipicamente normais de qualquer prato do nosso dia-a-dia, para mim era sinal de suplício. Como já devem ter percebido, como a minha mãe diz: - É só estragar comida! (havia mais comida nos cantos dos pratos do que propriamente no estomâgo)
Mas parece que aos poucos e poucos a coisa tem vindo a mudar, hoje sou capaz de arrancar com os meus caninos e triturar com os meus molares toda essa panóplia esquisita apelidada de comida. Talvez, tal como o vinho, com o tempo vá ficando melhor, com outro gosto, paladar, ou até seja simples curiosidade de querer experimentar.
Mas não é só a comida! Então e bebida? Bem, dantes para mim vinho tinto era motivo suficiente para ir enfiar a cabeça na sanita à lá Trainspotting, só o cheiro dava-me vómitos... admito agora que acabei de mandar abaixo uma garrafita de Esteva, vinho tinto do Douro da Casa Ferreirinha e caiu que nem ginjas.
Ai e tu não mudas? Ai, não? Então e a música? Ah...
Pois que a música também já foi outra, a roupa também, os livros, os filmes, a vida... tudo.
Já lá vão os tempos em que ouvia ACDC, que lia o Tio Patinhas, que usava Dr. Martens... enfim...
Por sinal acho que tou bem melhor.
27 março 2008
24 março 2008
22 março 2008
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