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03 agosto 2009

Serás para sempre relembrada.

Hurt

I hurt myself today
To see if I still feel
I focus on the pain
the only thing that's real
The needle tears a hole
the old familiar sting
try to kill it all away
but I remember everything

What have I become?
My sweetest friend
Everyone I know
goes away in the end
You could have it all
My empire of dirt
I will let you down
I will make you hurt

I wear this crown of shit
Upon my liar's chair
Full of broken thoughts
I cannot repair
Beneath the stains of time
the feelings disappears
You are someone else
I am still right here

What have I become?
my sweetest friend
Everyone I know
goes away in the end
You could have it all
my empire of dirt
I will let you down
I will make you hurt

If I could start again
a million miles away
I would keep myself
I would find a way...

by Nine Inch Nails
and for me by Johnny Cash

Hoje a minha paixão pelo teatro foi contigo para dentro da terra.
Por muito curta que seja a nossa passagem na Terra, achamos sempre que podemos mudar o mundo, que podemos torná-lo melhor embora saibamos ser impossível, mas uma coisa garanto-te, mudaste-me... e parte do que sou agora foi graças a ti.

Obrigado por tudo.

28 agosto 2008

Ricarddo Martini

A maior parte dos Portugueses diz mal de nuestros hermanos mas acho que é puro e simples complexo de inferioridade. É como os homens que pensam pequenino devido ao tamanho da sua pi...
Chamam a isto patriotismo? Içar a bandeira quando Portugal joga? Ou quando trazem o ouro cravado no peito?

Patriotismo é gostar de Portugal, é adorar as suas tradições e costumes, é baixar as calças a tudo o que é turista e cuspir no chão sempre que é português! Sejamos francos, Espanha é outro mundo. Embora o Sporting tenha sofrido recentemente uma derrota com o Real Madrid por 5-3, mas isso é outro assunto...
Agora a falar a sério, estava disposto a doar um rim para estar a trabalhar em Espanha, mas claro custa. Custa porque gosto do meu Portugal e estou a ser mais que patriótico, estou a ser estúpido e suicida, mas o facto é que tenho cá tudo aquilo que mais gosto. Sim, ser Português é ser-se melancólico, sado-masoquista, suicida, triste... o que vale é que depois de beber uns copos viramos o bico ao prego e somos completamente o oposto.

Ri-te macambúzio... que és estúpido todos os dias por sonhar.

(reparem como consegui definir este post em tão poucos auticulantes)

29 junho 2008

Passo a publicitar


Para comemorar o recente lançamento da TorresTV (TTV), projecto de WebTV lá da santa terrinha, apresento-vos um separador feito por mim e o prazer de vos convidar a uma visita ao site www.Torrestv.com

19 maio 2008

Ontem a coisa ficou verde para os nortenhos

SPORTINGGGGG!!!


Ah leão!

26 setembro 2007

Melhor receita que esta não há.

Chocolate, todos nós conhecemos este título, uns por que leram o livro da escritora Joanne Harris, outros porque viram simplesmente o filme.
Eu sou sincero, fui um dos que viu o filme mas não é dele que quero falar, mas sim dos livros que mais tarde me vim a apaixonar.

Foi através do livro Cinco Quartos de Laranja que caí nas graças desta senhora, para mim a sua escrita era de alguma forma inovadora, diferente e de certa forma uma porta aberta para um mundo desconhecido. Mergulhando-nos em doces receitas em pleno território francês.

O que mais me cativa na sua obra é a forma como descreve as pessoas, os espaços, os locais, os ambientes, é como se voasse para esses mesmos lugares e estivesse mesmo ao lado das personagens. É de repente estar numa pequena vila com meia-dúzia de pessoas e conhecê-las a todas como se lá vivesse desde que nasci. É conhecer os hábitos e costumes da terra, das festas e romarias, dos cantos e desencantos que constróiem o seu quotidiano.

Eu imagino Joanne Harris a passar umas belas temporadas, solitária, nesses locais que posteriormente descreve tão bem. É como se tratasse de um documentário, captando algo que é real, que existe e que vive, ao mesmo tempo que vamos sendo dirigidos e encaminhados pelo autor.

É-me díficil dizer-vos qual é o meu livro preferido porque para mim todos eles tiveram o seu momento e a sua altura, todos eles têm a sua história para contar e se eu dissesse que seria este ou aquele, estaria certamente a mentir. Digamos, que sempre que passava de livro para livro da autoria de J. Harris, o Cinco Quartos de Laranja, Vinho Mágico, A Praia Roubada e finalmente Xeque ao Rei, as expectativas iam gradualmente subindo e nunca saí frustrado com nenhum deles. É por isso que esta mesma escritora merece a minha homenagem e tributo à sua obra.

Se neste momento pudesse escolher um livro, fosse qual fosse e de quem fosse, para adaptar para o cinema a minha escolha seria nem mais, nem menos do que Xeque ao Rei. Era certinho e direitinho e porquê? Porque tem tudo aquilo que um filme precisa de ter. Direi que desde que peguei no livro pela primeira vez que imaginei todo ele em filme, desde as personagens, aos locais, aos diálogos, à acção, ao guarda-roupa, à decoração... tudo... E porque o li como se o visse a imagem, plano a plano, e tudo batia certo, todo ele falava por imagens e é assim que se escreve para cinema.
Mas não pensem que apenas se trata de imagem, de décores, de maquilhagem... No way! Xeque ao Rei tem acção, tem suspense, tem entertenimento, tem amor, tem comédia, tem fantasia, tem tudo aquilo que um bom filme deve ter: uma história para contar.

Talvez um dia o consiga fazer... entretanto vou gozando os livros.