
Por isso decidi, apenas falar deste caso em particular.
Em poucas palavras (tal como o filme) é um filme obscuro, lembrando os tempos do film-noir dos anos 50; é de poucas palavras e cheio de pormenores de luxuosa sátira.
É de dar uma salva de palmas aos irmãos Coen que desde sempre nos têm dado provas do seu cinema irreverente e de certa forma diferente de todos os outros.
Mas o que este novo filme trouxe, para além da excelente interpretação de todos os actores - a meu entender são todos merecedores da estatueta dourada - uma história onde não existem heróis, onde o vilão invencível quase que morre num acidente de carro, onde a realidade por vezes é cruel e impõe o fim de uma história com uma reforma antecipada.
3 comentários:
obrigadinho por contares o final do filme :|
Não contei nada de especial, logo verás.
:P
O guião e os diálogos são geniais. Tive algumas reticencias nos primeiros minutos do filme, a violência explicita deu me voltas ao estômago, mas depois de 30 minutos imersa no enredo qualquer cheiro a podre sabe bem, sabe a humanidade, no mais longínquo odor da nossa realidade. Acho que desde Fargo os irmãos Coen não iam tão fundo.
Dos outros concorrentes só vi "Juno", o filme "hype decepção engana indie" muito inferior a este.
BJSS
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